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Um novo olhar para a jornada do consumidor

  • mariacarvalho571
  • 3 de nov. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de nov. de 2025

Por: Isadora Direne e Maria Eduarda Freitas


Foto gerada com Gemini (Nano Banana)
Foto gerada com Gemini (Nano Banana)

A jornada do consumidor mudou, mas você sabe o que isso significa? Pensa nos seus hábitos de compra e como eles se transformaram nos últimos anos. Antes, você podia ir até uma loja local quando precisava de um produto, negociar com o vendedor e finalizar a compra. Só que essa não é mais a sua realidade, né? 

Hoje, muitas vezes sua jornada de compra começa nas redes sociais, quando chega um anúncio e nasce o desejo por um produto. Depois, você faz pesquisas, pula de uma plataforma para a outra, procurando preços e avaliações, descobrindo se aquele item é o que realmente procura e a melhor forma de adquiri-ló. Se sua jornada de compra não termina aqui, você provavelmente receberá uma mensagem do site que visitou oferecendo alguma promoção sob o produto ou um novo anúncio em suas redes sociais. 

Com essa pequena história, você consegue enxergar um pouco melhor os seus hábitos de consumo. No contexto atual, a era da polarização, em que se precisava escolher entre uma coisa ou outra, deu espaço para a pluralidade. São tempos em que o consumidor pode escolher duas coisas diferentes ao mesmo tempo, como quando uma pessoa decide utilizar uma IA como sua terapeuta, aliando o lado racional e o humano. 

Outro ponto que você já deve ter reparado é como não existe mais uma linha dividindo o mundo on-line do off-line. Ambos os espaços estão integrados na sua rotina, é um conceito que chamamos de mundo phygital, a junção do físico e do digital. Pare e reflita sobre como que hoje existem tecnologias que possibilitam com que você esteja inserido em outro espaços fisicamente remotos, seja assistindo um vídeo no YouTube ou até uma experiência de realidade aumentada.

Também é importante pensar que quanto melhor é sua experiência com uma marca, maiores suas chances de comprar novamente com ela. Os canais de venda estão cada vez mais complexos, mas cabe às empresas entenderem que eles devem estar unificados e que é preciso ter opções para melhor atender a individualidade de cada pessoa. Um exemplo é a Nike A Nike está presente nas lojas físicas, sejam próprias ou multimarcas, no seu aplicativo e em grandes plataformas de e-commerce.

Em um futuro muito breve, conseguimos prever as IA’s se tornando amigos próximos dos usuários, dando conselhos, opiniões e direcionamentos. Hoje, já enxergamos essa tecnologia como um apoio ao nosso cotidiano, como um braço acolhedor que facilita as dinâmicas do dia a dia e nos presenteia com uma das coisas mais importantes da atualidade: o tempo. Quanto menos tempo gastarmos em uma atividade, mas teremos para explorar em outras, dentro do mundo dos negócios isso é muito valioso. 

Mas em um cenário mais profundo, as pessoas já buscam um apelo emocional com as inteligências artificiais, muito pelo fato de que, quanto mais a IA souber sobre o perfil pessoal do usuário, melhores serão os resultados dos trabalhos executados em conjunto. 

O aspecto emocional também é encontrado nas publicidade, atualmente, as marcas e empresas querem estar cada vez mais próximas do usuário e serem vistas como facilitadoras e receptivas, como um organismo vivo, que pensa, conecta e interage.


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